METRÓPOLE ESQUECIDA DE 200.000 ANOS É DESCOBERTA NA ÁFRICA!

18/11/2013 21:28

Algo surpreendente foi descoberto em uma área da África do Sul, cerca de 240 quilômetros da costa, a oeste do porto de Maputo. São os restos de uma grande metrópole cujas medidas, em estimativas conservadoras, são de cerca de 1500 quilômetros quadrados. É parte de uma comunidade ainda maior, que tem aproximadamente 10.000 quilômetros quadrados e parece ter sido construída a cerca de 160.000 a 200.000 AC!

A região é remota e os “círculos de pedra” têm sido freqüentemente encontrados pelos agricultores locais. A maioria das ruínas oi enterrada na areia e só podem ser observadas por satélite ou por avião.

 A área é significativa por um motivo impressionante: ouro. “As milhares de minas antigas de ouro descobertas nos últimos 500 anos, aponta para uma civilização desaparecida, que viveu e explorou ouro nesta parte do mundo durante milhares de anos, e se este é de fato o berço da humanidade, podemos estar olhando para as atividades da mais antiga civilização na Terra.”

Acredita-se que estes sejam os restos de antigos templos e observatórios astronômicos do perdidas civilizações antigas. Muitas delas foram quase totalmente erodidas, porém algumas sobreviveram o tempo suficiente para revelar seu grande tamanho, com algumas paredes tendo quase 5 metros de altura.

Olhando para toda a metrópole, torna-se evidente que esta era uma comunidade bem planejada, desenvolvida por uma civilização altamente evoluída. O número de antigas minas de ouro sugere que a razão para a comunidade ter sido construída neste local. Encontramos estradas – algumas com centenas de quilômetros – que ligavam a comunidade e a agricultura em terraços, muito semelhantes às encontradas nos assentamentos Inca, no Peru

A própria datação do local era um problema, afinal a ciência da determinação da idade da pátina ainda é controversa.

 Assim, o Calendário de Adão foi descoberto em 2003, quase por acidente. Os cálculos da idade do calendário foram feitos com base no nascimento do Cinturão de Órion, apresentado por um astroarqueólogo que se manteve anônimo (por medo de ser ridicularizado).

 As implicações deste achado podem reescrever tudo que sabemos sobre a história, afinal, os livros nos ensinam que há 200.000 anos a raça humana havia recém alcançado a anatomia atual (Homo sapiens) e só começou a exibir o comportamento ‘moderno’ há 50.000 anos.

Se considerarmos o fato de que aquela região da África era e ainda é riquíssima em jazidas de ouro, a ‘lenda’ suméria sobre os anunnakis faz bastante sentido, não é?

FONTE: https://mondovista.com/adamscalendarx.html